Quando falamos da vida de um ser considerado insignificante pela sociedade e queremos confrontar com o fato de ser humanamente feliz, a primeira impressão é que um assunto não tem relação com o outro, porém alem de ser possível confrontá-los, é muito importante que isso seja feito.
Nós humanos, muitas vezes no nosso dia a dia ignoramos a vida de seres menos evoluídos, como exemplo a vidinha de um pernilongo que acabamos com ela sem nos importar que ele só tenha aquela vidinha.
Já a pessoa para ser humanamente feliz, praticamente precisa ser puro sentimento, de forma que essa felicidade decorre de um sentimento que poucos entendem, o amor, porém como esse amor é um sentimento altruísta, a pessoa que o sente jamais poderá ser feliz se o próximo não estiver feliz.
O problema nasce ai, pois como uma pessoa que se preocupa com o próximo pode ser humana mente feliz, se preocupando com os outros seres vivos não se importando com seu estado de evolução, uma vez que a nossa vida social nos obriga a ignorar a vida e os sentimentos desses seres menos evoluídos, é um perfeito paradoxo, essa pessoa ao procurar a felicidade se tornaria deprimida e infeliz.
Quem no mundo consegue viver sem agredir outro ser vivo como o pernilongo? Quase ninguém. Quem consegue viver sem comer alimentos ou usar roupa de proveniência animal? Pouquíssimos, E quem pode viver sem utilizar nenhum produto vindo de outro ser vivo, como vacinas e remédios que sacrificaram e ainda sacrificam milhares de animais? Ninguém pode.
E quando os outros seres vivos não são menos evoluídos mas só menos favorecidos, como as crianças escravas do Paquistão, da Índia e da China que trabalham produzindo as roupas e tênis das marcas mais famosas do mundo, ou até mesmo aqueles que vemos todos os dias nos semáforos, como uma pessoa humanamente feliz pode viver com isso?
Portanto, o que se entende é que não podemos ser totalmente ignorantes a vida dos menos evoluídos ou favorecidos, e também não podemos procurar a plenitude da felicidade humana, pois os dois são sentimentos altamente perigosos, como uma overdose, mas os dois juntos se tornam o antídoto da felicidade.
O que quero dizer é que precisamos utilizar esses sentimentos uma equilibrando o outro para podemos viver felizes nessa nossa sociedade.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Comunidade Virtual
Comunidade Virtual e Sua Inserção no Processo Educacional como Forma de Ampliação do Campo das Relações
Antigamente os meios de comunicação utilizados para se compartilhar o conhecimento eram constituídos por cartas, que por se tratar de um meio de comunicação manual e arcaico era muito falho, fazendo com que a comunicação fosse muito lenta. Porém atualmente a comunicação se tornou algo simples e de acesso de todos por meio de tecnologias como a internet que é de alcance global.
A internet pode ser considerada um ambiente de aprendizagem individual que serve para complementar e facilitar o estudo presencial. Utilizando esse ambiente como suporte ao estudo presencial o professor passa a se atualizar constantemente, se tornando um mediador entre o aluno e o pacote gigantesco de informações que ele adquire através da internet, estimulando o aluno a pesquisa e a auto-aprendizagem.
Como exemplo do “ambiente de estudo cibernético” o autor do artigo cita as comunidades do Orkut, analisando especialmente uma que estava categorizada como pertencer ao assunto “Alunos e escolas”. Nessa comunidade foi constatado que se tratava de um grupo de alunos e professor de um curso de “Docência do Ensino Superior”. Essa comunidade era moderada pelo seu criador assim somente quem era diretamente interessado ao assunto recebia sua permissão para participar.
A vantagem da utilização dos fóruns e dos chats e blogs, não só do Orkut como de outros é a facilidade de troca de informações e sua disponibilidade. Essa ferramenta também permite que sejam efetuadas buscas de comunidades que discutem assuntos do interesse do estudante ou do professor. Também possibilita que sejam efetuadas questões e elas sejam respondidas em tempo real, criando um relacionamento instantâneo entre os alunos, também entre os educadores e unindo esses dois grupos.
Mesmo essa ferramenta sendo de acesso comum, tendo todas as facilidades e provendo a comunicação imediata entre as pessoas, o estudo aponta que não basta somente fazer parte de uma comunidade ou fórum de discussão, é preciso sentir-se dono de um pedaço desse espaço e atuar ativamente nas discussões, pois uma participação “passiva” nesses fóruns ou comunidades faz com que ela perca todo seu sentido que é de interligar, as pessoas e resolver ou analisar assuntos levantados no ambiente presencial de ensino, como por exemplo discutir uma matéria em que o professor apresentou aos alunos, de forma que o debate sirva de complemento do estudo.
Antigamente os meios de comunicação utilizados para se compartilhar o conhecimento eram constituídos por cartas, que por se tratar de um meio de comunicação manual e arcaico era muito falho, fazendo com que a comunicação fosse muito lenta. Porém atualmente a comunicação se tornou algo simples e de acesso de todos por meio de tecnologias como a internet que é de alcance global.
A internet pode ser considerada um ambiente de aprendizagem individual que serve para complementar e facilitar o estudo presencial. Utilizando esse ambiente como suporte ao estudo presencial o professor passa a se atualizar constantemente, se tornando um mediador entre o aluno e o pacote gigantesco de informações que ele adquire através da internet, estimulando o aluno a pesquisa e a auto-aprendizagem.
Como exemplo do “ambiente de estudo cibernético” o autor do artigo cita as comunidades do Orkut, analisando especialmente uma que estava categorizada como pertencer ao assunto “Alunos e escolas”. Nessa comunidade foi constatado que se tratava de um grupo de alunos e professor de um curso de “Docência do Ensino Superior”. Essa comunidade era moderada pelo seu criador assim somente quem era diretamente interessado ao assunto recebia sua permissão para participar.
A vantagem da utilização dos fóruns e dos chats e blogs, não só do Orkut como de outros é a facilidade de troca de informações e sua disponibilidade. Essa ferramenta também permite que sejam efetuadas buscas de comunidades que discutem assuntos do interesse do estudante ou do professor. Também possibilita que sejam efetuadas questões e elas sejam respondidas em tempo real, criando um relacionamento instantâneo entre os alunos, também entre os educadores e unindo esses dois grupos.
Mesmo essa ferramenta sendo de acesso comum, tendo todas as facilidades e provendo a comunicação imediata entre as pessoas, o estudo aponta que não basta somente fazer parte de uma comunidade ou fórum de discussão, é preciso sentir-se dono de um pedaço desse espaço e atuar ativamente nas discussões, pois uma participação “passiva” nesses fóruns ou comunidades faz com que ela perca todo seu sentido que é de interligar, as pessoas e resolver ou analisar assuntos levantados no ambiente presencial de ensino, como por exemplo discutir uma matéria em que o professor apresentou aos alunos, de forma que o debate sirva de complemento do estudo.
Reflexão Sobre a Pequena Gigante Magia
Para criança, as necessidades são gigantescas.
Necessidades que para o adulto são insignificantes.
A criança é capaz de criar um mundo com um pedaço de giz e um muro para riscar.
Viaja o mundo e o espaço com uma pipa e um carretel de linha.
Vivencia desafios magníficos com uma pedrinha na mão e uma amarelinha no chão.
Quando adulto perde sua infância, suas crianças não descobrem a magia.
Eles transformam o mundo das crianças em algo sem valor.
E lutam por valores insignificantes para as crianças.
Criam um novo mundo sintético sem magia.
Enquanto que para criança.
Um simples abraço pode curar qualquer dor
Com uma historinha inventada ele vira super-herói
E um sorriso pode lhe devolver a magia.
Necessidades que para o adulto são insignificantes.
A criança é capaz de criar um mundo com um pedaço de giz e um muro para riscar.
Viaja o mundo e o espaço com uma pipa e um carretel de linha.
Vivencia desafios magníficos com uma pedrinha na mão e uma amarelinha no chão.
Quando adulto perde sua infância, suas crianças não descobrem a magia.
Eles transformam o mundo das crianças em algo sem valor.
E lutam por valores insignificantes para as crianças.
Criam um novo mundo sintético sem magia.
Enquanto que para criança.
Um simples abraço pode curar qualquer dor
Com uma historinha inventada ele vira super-herói
E um sorriso pode lhe devolver a magia.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Ilha das Flores
O filme Ilha das flores segundo a minha ótica inicia e segue até quase o final mostrando detalhes do cotidiano do povo, o autor utiliza desses detalhes para dar uma introdução do processo econômico vigente, o Capitalismo.
Mesmo sendo um filme com intuito de alertar as pessoas a um problema grave, o autor utiliza uma linguagem em sua narração que não demonstra nenhum sentimento de descontentamento com a triste situação que demonstra o filme, pelo contrário, ele transmite em sua narrativa um sentimento de como se o filme falasse de um processo comum, como se fosse um processo mecânico sem sentimento. Eu acredito que o autor utilizou essa forma de linguagem, para, ironicamente, demonstrar como a sociedade se sente diante de fatos desse tipo, totalmente indiferentes, como se o fato de alguém “esmolar” na rua fosse parte do processo de enriquecimento de outros.
Em alguns momentos do filme vemos que o autor utilizou de uma linguagem satírica para explicar que o lucro (o lucro livre e a igreja católica), era algo condenado pelos religiosos que eram os governantes da época, e por forma da imagem de religiosos apresentada no filme, o autor menciona que os governantes ficavam descontentes e que depois do lucro ter sido liberado os governantes ficaram felizes.
Com tudo isso o filme mostra um pouco de como funciona o capitalismo, ao mesmo tempo o filme nos mostra a importância que tem o ser humano quando comparado aos outros mamíferos, pois possuímos diversas capacidades físicas e mentais que outros seres vivos não tem.
Ao final do filme nós vemos os efeitos colaterais do processo econômico, mesmo com essas habilidades nós não estamos em melhor posição dentro do processo capitalista, vemos que o ser humano “livre”, isto é, sem dono, porém ao mesmo tempo sem dinheiro, tem direitos menores do que dos porcos, simplesmente pelo fato dos porcos possuírem um dono. E mesmo eles sendo infinitamente menos desenvolvidos do que os seres humanos eles representam um certo valor econômico ao seu dono como demonstrado no inicio do filme quando o senhor Suzuki comprou carne de porco com o dinheiro que a Dona Anete utilizou para comprar os tomates, dinheiro que ela adquiriu vendendo perfumes, que seguramente não foram comprados por nenhum morador das ilhas das flores.
Como o filme foi criado em 1989 praticamente quatro anos após o fim do militarismo no Brasil (1985) ou um governo presidencial do regime democrático, da a entender que o autor teve a intenção de fazer um balanço, para verificar como esse novo regime econômico estava funcionando, porém ele nunca demonstrou ser contra o capitalismo e a favor de outros tipo de regime econômico, mas parece querer que não nos esquecemos quem somos somente tem do em vista o lucro e que não deixemos de sermos humanos só pelo dinheiro.
Mesmo sendo um filme com intuito de alertar as pessoas a um problema grave, o autor utiliza uma linguagem em sua narração que não demonstra nenhum sentimento de descontentamento com a triste situação que demonstra o filme, pelo contrário, ele transmite em sua narrativa um sentimento de como se o filme falasse de um processo comum, como se fosse um processo mecânico sem sentimento. Eu acredito que o autor utilizou essa forma de linguagem, para, ironicamente, demonstrar como a sociedade se sente diante de fatos desse tipo, totalmente indiferentes, como se o fato de alguém “esmolar” na rua fosse parte do processo de enriquecimento de outros.
Em alguns momentos do filme vemos que o autor utilizou de uma linguagem satírica para explicar que o lucro (o lucro livre e a igreja católica), era algo condenado pelos religiosos que eram os governantes da época, e por forma da imagem de religiosos apresentada no filme, o autor menciona que os governantes ficavam descontentes e que depois do lucro ter sido liberado os governantes ficaram felizes.
Com tudo isso o filme mostra um pouco de como funciona o capitalismo, ao mesmo tempo o filme nos mostra a importância que tem o ser humano quando comparado aos outros mamíferos, pois possuímos diversas capacidades físicas e mentais que outros seres vivos não tem.
Ao final do filme nós vemos os efeitos colaterais do processo econômico, mesmo com essas habilidades nós não estamos em melhor posição dentro do processo capitalista, vemos que o ser humano “livre”, isto é, sem dono, porém ao mesmo tempo sem dinheiro, tem direitos menores do que dos porcos, simplesmente pelo fato dos porcos possuírem um dono. E mesmo eles sendo infinitamente menos desenvolvidos do que os seres humanos eles representam um certo valor econômico ao seu dono como demonstrado no inicio do filme quando o senhor Suzuki comprou carne de porco com o dinheiro que a Dona Anete utilizou para comprar os tomates, dinheiro que ela adquiriu vendendo perfumes, que seguramente não foram comprados por nenhum morador das ilhas das flores.
Como o filme foi criado em 1989 praticamente quatro anos após o fim do militarismo no Brasil (1985) ou um governo presidencial do regime democrático, da a entender que o autor teve a intenção de fazer um balanço, para verificar como esse novo regime econômico estava funcionando, porém ele nunca demonstrou ser contra o capitalismo e a favor de outros tipo de regime econômico, mas parece querer que não nos esquecemos quem somos somente tem do em vista o lucro e que não deixemos de sermos humanos só pelo dinheiro.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
TREINO PARA MINHA PRIMEIRA CORRIDA
Introdução
Para eu contar como foi a minha primeira corrida eu preciso contar como eu comecei a correr seriamente, alias, eu acho que deveria contar como foi toda minha vida esportiva e como parei nas corridas de rua, só que ai eu precisaria mudar o titulo deste “post” para “Eu e o Esporte”.
NÃO SE PREOCUPEM, NÃO VOU FAZER ISSO. Até porque eu precisaria escrever um livro e livro é muito caro.
Vou abreviar em um mês e ainda vou ser legal, vou dividir em tópicos ai se quiser pular um e ler o outro fica mais fácil ainda.
Portanto decidi escrever somente sobre a preparação para a corrida. Depois posto outro “post” para falar como foi a “MINHA PRIMEIRA CORRIDA”.
Vamos lá
1- A Preparação Para a Primeira Prova
1-1 Situação inicial
Um mês antes da prova eu decidi treinar sério, me inscrevi na prova dia 25/09 e a corrida seria dia 31/10, portanto do dia primeiro ao dia trinta, TREINAR FEITO UM CONDENADO e ainda não deixar de fazer tudo que normalmente faço, trabalho, família (dar atenção a esposa e a filha), ajudar na casa...
Quando comecei a treinar a distância que eu conseguia percorrer era 3000m com conforto e 5600m quase morrendo. Porém eu sempre treinava no mesmo lugar era uma pista/circuito de 1400m com 700m de subida continua e os outros 700m composta de duas descidas íngremes, mas curtas, aproximadamente de 30m e o resto era plano.
Eu sempre começava descendo. Dava quatro voltas, obviamente eu terminava na subida, para terminar a corrida dando tudo o que tinha e no final eu completava 5600m. Mas não era sempre que eu corria os 5600m normalmente eu dava duas voltas, 2800m ou três voltas
1-2 A Primeira Semana de Treino (O Primeiro Passo)
A partir do dia 01/10 toda vez que eu ia correr eu tinha a meta de correr no mimo 5600m, pois eu sabia que agüentava, quase morrendo, mas eu agüentava. Então na primeira semana (de 01/10 a 07/10) eu corri três vezes 5600m alternando os dias com treinos de musculação para as pernas.
Depois desse treino eu descasei dois dias para me regenerar o dia 07/10 e 08/10.
1-3 A Segunda Semana de Treino (Atingindo a Meta)
Já na segunda semana (08/10 a 14/10) fiz quase o mesmo, mas dei uma leve puxadinha, aproveitei que eu terminava o percurso com 5600m na subida e comecei a correr mais meia volta que era de descida e pista plana e como diz o ditado popular, “para baixo todo Santo ajuda”, acabei correndo 6300m. BELEZA, aprova tinha 6000m a minha intenção era completar a prova na frente do ultimo colocado, para superar um trauma de infância, BRINCADEIRA, correr 6000m é melhor que ir no psicólogo e tomar remédio, rsrs.
1-4 A Terceira Semana de Treino (A Evolução)
Terceira semana (15/10 a 21/10), agora é só correr 6300m sempre para conseguir um pouco de conforto e ter certeza de iria terminar a prova. Mas a adrenalina e a endorfina falaram mais alto e durante a semana nos treinos de corrida resolvi correr os 700m de subida para completar a volta somando 7000m.
A partir daí faltavam 10 dias para a prova e em 20 dias eu havia dobrado a distancia e estava correndo os 7000m, com nenhum conforto e brigando com o psicológico, mas quando eu começava a correr sabia que podia terminar e não tirava isso da cabeça.
1-5 Os Dez Dias Finais de Treino
1-5-1 Fortalecimento Muscular
Os últimos dez dias eu passei a treinar corrida, musculação e tiro. Também mudei o percurso, pois no percurso onde eu treinava, eu corria 80% do trajeto na sombra. No novo trajeto eu tinha 100% de sol. A intenção era me preparar para o pior.
1-5-2 Relaxamento
Acrescentei uns mergulhos na piscina depois dos treinos e massagem nas pernas, pois eu estava um “caco”,
1-5-3 Momento de Crise
Nesse ultimo período tive uma crise de sinusite que nunca me ocorreu antes, era a reta final estava quase lá, ai fico doente, ainda mais uma doença que nunca tive.
O médico receitou antibiótico. A outra vez que tomei antibiótico por dez dias eu demorei para voltar a forma física, fiquei acabado.
Outra coisa, toda vez que vou ao médico ele receita dipirona e amoxilina 10 dias se não sarar ele receita cefalexina mais 10 dias. Mas eu, LOUCO, não tomei e me enchi de antiinflamatório e antigripal, sem falar que fui correr no mesmo dia com o nariz feito uma cachoeira, mas parece que fez bem, mas não aconselho fazer isso em casa.
Para eu contar como foi a minha primeira corrida eu preciso contar como eu comecei a correr seriamente, alias, eu acho que deveria contar como foi toda minha vida esportiva e como parei nas corridas de rua, só que ai eu precisaria mudar o titulo deste “post” para “Eu e o Esporte”.
NÃO SE PREOCUPEM, NÃO VOU FAZER ISSO. Até porque eu precisaria escrever um livro e livro é muito caro.
Vou abreviar em um mês e ainda vou ser legal, vou dividir em tópicos ai se quiser pular um e ler o outro fica mais fácil ainda.
Portanto decidi escrever somente sobre a preparação para a corrida. Depois posto outro “post” para falar como foi a “MINHA PRIMEIRA CORRIDA”.
Vamos lá
1- A Preparação Para a Primeira Prova
1-1 Situação inicial
Um mês antes da prova eu decidi treinar sério, me inscrevi na prova dia 25/09 e a corrida seria dia 31/10, portanto do dia primeiro ao dia trinta, TREINAR FEITO UM CONDENADO e ainda não deixar de fazer tudo que normalmente faço, trabalho, família (dar atenção a esposa e a filha), ajudar na casa...
Quando comecei a treinar a distância que eu conseguia percorrer era 3000m com conforto e 5600m quase morrendo. Porém eu sempre treinava no mesmo lugar era uma pista/circuito de 1400m com 700m de subida continua e os outros 700m composta de duas descidas íngremes, mas curtas, aproximadamente de 30m e o resto era plano.
Eu sempre começava descendo. Dava quatro voltas, obviamente eu terminava na subida, para terminar a corrida dando tudo o que tinha e no final eu completava 5600m. Mas não era sempre que eu corria os 5600m normalmente eu dava duas voltas, 2800m ou três voltas
1-2 A Primeira Semana de Treino (O Primeiro Passo)
A partir do dia 01/10 toda vez que eu ia correr eu tinha a meta de correr no mimo 5600m, pois eu sabia que agüentava, quase morrendo, mas eu agüentava. Então na primeira semana (de 01/10 a 07/10) eu corri três vezes 5600m alternando os dias com treinos de musculação para as pernas.
Depois desse treino eu descasei dois dias para me regenerar o dia 07/10 e 08/10.
1-3 A Segunda Semana de Treino (Atingindo a Meta)
Já na segunda semana (08/10 a 14/10) fiz quase o mesmo, mas dei uma leve puxadinha, aproveitei que eu terminava o percurso com 5600m na subida e comecei a correr mais meia volta que era de descida e pista plana e como diz o ditado popular, “para baixo todo Santo ajuda”, acabei correndo 6300m. BELEZA, aprova tinha 6000m a minha intenção era completar a prova na frente do ultimo colocado, para superar um trauma de infância, BRINCADEIRA, correr 6000m é melhor que ir no psicólogo e tomar remédio, rsrs.
1-4 A Terceira Semana de Treino (A Evolução)
Terceira semana (15/10 a 21/10), agora é só correr 6300m sempre para conseguir um pouco de conforto e ter certeza de iria terminar a prova. Mas a adrenalina e a endorfina falaram mais alto e durante a semana nos treinos de corrida resolvi correr os 700m de subida para completar a volta somando 7000m.
A partir daí faltavam 10 dias para a prova e em 20 dias eu havia dobrado a distancia e estava correndo os 7000m, com nenhum conforto e brigando com o psicológico, mas quando eu começava a correr sabia que podia terminar e não tirava isso da cabeça.
1-5 Os Dez Dias Finais de Treino
1-5-1 Fortalecimento Muscular
Os últimos dez dias eu passei a treinar corrida, musculação e tiro. Também mudei o percurso, pois no percurso onde eu treinava, eu corria 80% do trajeto na sombra. No novo trajeto eu tinha 100% de sol. A intenção era me preparar para o pior.
1-5-2 Relaxamento
Acrescentei uns mergulhos na piscina depois dos treinos e massagem nas pernas, pois eu estava um “caco”,
1-5-3 Momento de Crise
Nesse ultimo período tive uma crise de sinusite que nunca me ocorreu antes, era a reta final estava quase lá, ai fico doente, ainda mais uma doença que nunca tive.
O médico receitou antibiótico. A outra vez que tomei antibiótico por dez dias eu demorei para voltar a forma física, fiquei acabado.
Outra coisa, toda vez que vou ao médico ele receita dipirona e amoxilina 10 dias se não sarar ele receita cefalexina mais 10 dias. Mas eu, LOUCO, não tomei e me enchi de antiinflamatório e antigripal, sem falar que fui correr no mesmo dia com o nariz feito uma cachoeira, mas parece que fez bem, mas não aconselho fazer isso em casa.
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