O artigo explica que antigamente os meios de comunicação utilizados para se compartilhar o conhecimento eram constituídos por cartas, que por se tratar de um meio de comunicação manual e arcaico era muito falho, fazendo com que a comunicação fosse muito lenta. Porém atualmente a comunicação se tornou algo simples e de acesso de todos por meio de tecnologias como a internet que é de alcance global.
A internet pode ser considerada um ambiente de aprendizagem individual que serve para complementar e facilitar o estudo presencial. Utilizando esse ambiente como suporte ao estudo presencial o professor passa a se atualizar constantemente, se tornando um mediador entre o aluno e o pacote gigantesco de informações que ele adquire através da internet, estimulando o aluno a pesquisa e a auto-aprendizagem.
Como exemplo do “ambiente de estudo cibernético” o autor do artigo cita as comunidades do Orkut, analisando especialmente uma que estava categorizada como pertencer ao assunto “Alunos e escolas”. Nessa comunidade foi constatado que se tratava de um grupo de alunos e professor de um curso de “Docência do Ensino Superior”. Essa comunidade era moderada pelo seu criador assim somente quem era diretamente interessado ao assunto recebia sua permissão para participar.
A vantagem da utilização dos fóruns e dos chats e blogs, não só do Orkut como de outros é a facilidade de troca de informações e sua disponibilidade. Essa ferramenta também permite que sejam efetuadas buscas de comunidades que discutem assuntos do interesse do estudante ou do professor. Também possibilita que sejam efetuadas questões e elas sejam respondidas em tempo real, criando um relacionamento instantâneo entre os alunos, também entre os educadores e unindo esses dois grupos.
Mesmo essa ferramenta sendo de acesso comum, tendo todas as facilidades e provendo a comunicação imediata entre as pessoas, o estudo aponta que não basta somente fazer parte de uma comunidade ou fórum de discussão, é preciso sentir-se dono de um pedaço desse espaço e atuar ativamente nas discussões, pois uma participação “passiva” nesses fóruns ou comunidades faz com que ela perca todo seu sentido que é de interligar, as pessoas e resolver ou analisar assuntos levantados no ambiente presencial de ensino, como por exemplo discutir uma matéria em que o professor apresentou aos alunos, de forma que o debate sirva de complemento do estudo.
sábado, 8 de janeiro de 2011
A Constituição e Suas Influências
Analisando o texto do jornal Folha de São Paulo se entende que o autor, doutor Marcus Orione Gonçalves Correia, desejava especular o quanto a Constituição influenciou no nosso modo de viver. É claro que a pergunta que ele faz no começo, “a nossa Constituição teria auxiliado na pavimentação da cidadania?” É facilmente respondida quando vemos todos os nossos direitos adquirido, direitos que o artigo 5º da Constituição se preocupa em proteger, esses direitos contidos no artigo 5º ao mesmo tempo que protege o cidadão, ele também obriga o cidadão e os órgãos públicos a fazerem com que essa lei seja cumprida.
Os direitos e obrigações da Constituição são tão importantes que nenhuma lei criada após a Constituição, pode ir contra ela, jamais uma lei poderá ferir os direitos e obrigações contidos na constituição.
Porém sempre que leio a constituição e principalmente o artigo 5º, para mim não fica muito claro quem deve fazer com que a constituição seja cumprida, todos sabemos que a Justiça brasileira é a primeira responsável pelo seu cumprimento e em segundo lugar o povo brasileiro tem obrigação de garantir o seu cumprimento, porém não encontrei nenhuma lei explicita dizendo, por exemplo, o STF, a policia, o pai, a mãe, o filho, tem que fazer com que algo deve ser cumprido. Talvez por esse motivo existem milhares de processos na justiça que poderiam ser evitados caso a lei fosse mais clara sobre de quem é cada direito e responsabilidade.
Percebo também que apesar da constituição se preocupar com os direitos e obrigações de todo povo brasileiro, os que mais utilizam de seus benefícios são as pessoas de melhor poder aquisitivo, pois essas pessoas possuem maior facilidade de encontrar orientação jurídica e exigir seus direitos.
Mesmo assim a constituição teve e continua tendo muita força para mudar e melhorar a vida do povo brasileiro, muitos direitos trabalhistas foram garantidos através da constituição, sem falar do melhor tratamento que as crianças recebem dos seus pais e dos profissionais da educação.
Graças a constituição a discriminação feminina, dos negros, dos deficientes foi drasticamente reduzida, pois a constituição visa garantir igualdade para todos e satisfazer as necessidades dos mais necessitados.
Os direitos e obrigações da Constituição são tão importantes que nenhuma lei criada após a Constituição, pode ir contra ela, jamais uma lei poderá ferir os direitos e obrigações contidos na constituição.
Porém sempre que leio a constituição e principalmente o artigo 5º, para mim não fica muito claro quem deve fazer com que a constituição seja cumprida, todos sabemos que a Justiça brasileira é a primeira responsável pelo seu cumprimento e em segundo lugar o povo brasileiro tem obrigação de garantir o seu cumprimento, porém não encontrei nenhuma lei explicita dizendo, por exemplo, o STF, a policia, o pai, a mãe, o filho, tem que fazer com que algo deve ser cumprido. Talvez por esse motivo existem milhares de processos na justiça que poderiam ser evitados caso a lei fosse mais clara sobre de quem é cada direito e responsabilidade.
Percebo também que apesar da constituição se preocupar com os direitos e obrigações de todo povo brasileiro, os que mais utilizam de seus benefícios são as pessoas de melhor poder aquisitivo, pois essas pessoas possuem maior facilidade de encontrar orientação jurídica e exigir seus direitos.
Mesmo assim a constituição teve e continua tendo muita força para mudar e melhorar a vida do povo brasileiro, muitos direitos trabalhistas foram garantidos através da constituição, sem falar do melhor tratamento que as crianças recebem dos seus pais e dos profissionais da educação.
Graças a constituição a discriminação feminina, dos negros, dos deficientes foi drasticamente reduzida, pois a constituição visa garantir igualdade para todos e satisfazer as necessidades dos mais necessitados.
Resumo: Tiros em Colombine.
Nos Estados Unidos ocorre muitas vezes de alguém pegar uma arma e sair por ai matando as pessoas, utilizando isso como pretexto o documentarista Michael Moore fez um documentário, que em minha opinião não pretende explicar porque isso acontece, mas nos provoca a refletir sobre a educação violenta dada as crianças e adolescentes através dos programas de TV dos brinquedos e jogos violentos, dos jornais que procuram sempre noticiar assuntos violentos e também mostra nossa sede por violência, tendo como exemplo a parte em que M´Moore pergunta para o reporte “se ocorrer um afogamento e um assassinato qual você vai noticiar?” o repórter responde “o assassinato”, demonstrando o ciclo vicioso em volta da violência.
No Canadá ele também mostra que lá existem muitas armas e a população também é acostumada a cassar e mesmo assim os índices de assassinatos são baixos, mesmo tendo um maior índice de desemprego, porém lá a TV mostra programas educativos e os políticos falam de propostas para melhoria da qualidade de vida da coletividade.
Portanto o povo daquele pais é refém do próprio crime, eles sempre tiveram a cultura militar acentuada, toda família tem alguém que já participou de alguma das inúmeras guerras promovidas pelo Estados Unidos, também vivem em constante medo de atentados terroristas.
Tudo isso mostra que eles se tornaram paranóicos e não sabem mais como resolverem as coisas de forma democrática, mas sim atirando e explodindo quem não está do lado deles.
No Canadá ele também mostra que lá existem muitas armas e a população também é acostumada a cassar e mesmo assim os índices de assassinatos são baixos, mesmo tendo um maior índice de desemprego, porém lá a TV mostra programas educativos e os políticos falam de propostas para melhoria da qualidade de vida da coletividade.
Portanto o povo daquele pais é refém do próprio crime, eles sempre tiveram a cultura militar acentuada, toda família tem alguém que já participou de alguma das inúmeras guerras promovidas pelo Estados Unidos, também vivem em constante medo de atentados terroristas.
Tudo isso mostra que eles se tornaram paranóicos e não sabem mais como resolverem as coisas de forma democrática, mas sim atirando e explodindo quem não está do lado deles.
O Dilema do Ambiente Educacional Incoerente.
O dilema.
Porque foi usada a palavra dilema? Porque é um problema que todos enxergam, que todos tem uma opinião, mas que não existe um consenso, não existe uma idéia da qual todos concordam.
Portanto, o problema é que nas escolas os professores encontram um ambiente inadequado para a pratica da educação. Não todas escolas, existem escolas onde a educação funciona, mas no caso estamos falando das escolas onde as coisas não andam bem.
Essas escolas enfrentam problemas porque os alunos vêem de uma sociedade perturbada e vitima de violência, abandono, trafico de drogas e diversos tipos de abusos.
Então como pode um professor ensinar numa escola dessas matérias como trigonometria ou analise sintática?
A educação “legal” na escola
Quando falamos de educação legal não estamos dizendo aquela educação “bacana” ou “da hora”, queremos dizer educação legal no sentido jurídico.
Será que os jovens conhecem seus direitos e deveres como cidadão, talvez se eles soubessem seus deveres legais eles não teriam um comportamento social melhor?
Se eles conhecessem seus direitos legais, será que não teríamos menos jovens vitimas de abusos?
Hoje a única coisa que um jovem sabe sobre a lei é que “menor de idade não vai preso”.
O dilema é que antigamente os nossos pais mesmo desconhecendo a lei nos ensinavam os nossos direitos e mais ainda, as nossas obrigações como cidadãos, mas hoje isso não é muito comum nas famílias, será que não é um papel que as escolas devem assumir?
O que se ensina nas escolas e o que se deve ensinar
Este tópico tem como base o primeiro tópico abordado “O dilema do ambiente incoerente”.
Porque tendo em vista que muitos jovens vêem de uma sociedade problemática, seria correto tentar transmitir um conteúdo cientifico para eles, sendo que muitos deles nunca terão a oportunidade de utilizar esse conhecimento?
Por outro lado seria justo privá-los desse conhecimento só porque vivem em uma sociedade menos favorecida?
É claro que não.
Todos os jovens têm o direito de receber do estado a educação necessária para poder se adequar ao mercado de trabalho e a sociedade melhor favorecida “financeiramente”.
Hoje o mercado de trabalho exige um conhecimento aprofundado em diversas áreas do conhecimento acadêmico e isso tem que ser transmitido a todos os jovens.
Porém um jovem que vive numa sociedade “problemática” antes de tudo isso ela precisa aprender a sobreviver nesse ambiente, ela precisa saber se distanciar das drogas, do crime, saber seus direitos e se defender de diversos tipos de abuso, alem de aprender todo conteúdo acadêmico que o mercado de trabalho exige.
Por isso se pergunta o que é ensinado nessas escolas que acolhem esses jovens é o que ele precisa ou é o que querem que eles aprendam?
Será que alem do ensino acadêmico as escolas não deveriam dar a eles outro tipo de assistência?
O que é realidade?
O que quer dizer realidade para esses jovens e para o educador
A função do educador fica totalmente fantasiosa aos olhos dos alunos que vivem nesse ambiente do qual falamos.
E normalmente o que os alunos vivem e necessitam não condiz com a grade curricular do curso a qual o educador deve seguir.
Então como e com qual poder o educador deve fazer para aproximar as duas realidades?
Quais são as competências exigidas no ambiente incoerente?
Nesse dilema a única coisa certa é que o professor precisa ter diversas competências para poder exercer um bom trabalho.
O professor não pode ignorar esses fatores e fazer somente sua obrigação, ele deve dar muito mais de si e para isso ele precisa se preparar.
Ele precisa ser consciente dos problemas vividos pelos alunos e de que o que ele vai ensinar não é de primeira necessidade deles, além de ser capaz de criar uma didática que concilie as duas situações.
Como exemplo um professor de matemática ou português alem de ensinar a sua matéria, ser capaz de utilizá-la para ensinar cidadania aos seus alunos.
Por isso o educador precisa ter várias competências, senso de cidadania, otimismo, coragem, saber se comunicar em ambientes desfavoráveis e muitas outras.
Porém ao mesmo tempo ele deve entender que ele não é de aço e tomar o máximo de cuidado para não ser influenciado negativamente e nunca ultrapassar seu “mandato”, isto é fazer tudo isso dentro das linhas que regem suas obrigações e deveres como educador.
Porque foi usada a palavra dilema? Porque é um problema que todos enxergam, que todos tem uma opinião, mas que não existe um consenso, não existe uma idéia da qual todos concordam.
Portanto, o problema é que nas escolas os professores encontram um ambiente inadequado para a pratica da educação. Não todas escolas, existem escolas onde a educação funciona, mas no caso estamos falando das escolas onde as coisas não andam bem.
Essas escolas enfrentam problemas porque os alunos vêem de uma sociedade perturbada e vitima de violência, abandono, trafico de drogas e diversos tipos de abusos.
Então como pode um professor ensinar numa escola dessas matérias como trigonometria ou analise sintática?
A educação “legal” na escola
Quando falamos de educação legal não estamos dizendo aquela educação “bacana” ou “da hora”, queremos dizer educação legal no sentido jurídico.
Será que os jovens conhecem seus direitos e deveres como cidadão, talvez se eles soubessem seus deveres legais eles não teriam um comportamento social melhor?
Se eles conhecessem seus direitos legais, será que não teríamos menos jovens vitimas de abusos?
Hoje a única coisa que um jovem sabe sobre a lei é que “menor de idade não vai preso”.
O dilema é que antigamente os nossos pais mesmo desconhecendo a lei nos ensinavam os nossos direitos e mais ainda, as nossas obrigações como cidadãos, mas hoje isso não é muito comum nas famílias, será que não é um papel que as escolas devem assumir?
O que se ensina nas escolas e o que se deve ensinar
Este tópico tem como base o primeiro tópico abordado “O dilema do ambiente incoerente”.
Porque tendo em vista que muitos jovens vêem de uma sociedade problemática, seria correto tentar transmitir um conteúdo cientifico para eles, sendo que muitos deles nunca terão a oportunidade de utilizar esse conhecimento?
Por outro lado seria justo privá-los desse conhecimento só porque vivem em uma sociedade menos favorecida?
É claro que não.
Todos os jovens têm o direito de receber do estado a educação necessária para poder se adequar ao mercado de trabalho e a sociedade melhor favorecida “financeiramente”.
Hoje o mercado de trabalho exige um conhecimento aprofundado em diversas áreas do conhecimento acadêmico e isso tem que ser transmitido a todos os jovens.
Porém um jovem que vive numa sociedade “problemática” antes de tudo isso ela precisa aprender a sobreviver nesse ambiente, ela precisa saber se distanciar das drogas, do crime, saber seus direitos e se defender de diversos tipos de abuso, alem de aprender todo conteúdo acadêmico que o mercado de trabalho exige.
Por isso se pergunta o que é ensinado nessas escolas que acolhem esses jovens é o que ele precisa ou é o que querem que eles aprendam?
Será que alem do ensino acadêmico as escolas não deveriam dar a eles outro tipo de assistência?
O que é realidade?
O que quer dizer realidade para esses jovens e para o educador
A função do educador fica totalmente fantasiosa aos olhos dos alunos que vivem nesse ambiente do qual falamos.
E normalmente o que os alunos vivem e necessitam não condiz com a grade curricular do curso a qual o educador deve seguir.
Então como e com qual poder o educador deve fazer para aproximar as duas realidades?
Quais são as competências exigidas no ambiente incoerente?
Nesse dilema a única coisa certa é que o professor precisa ter diversas competências para poder exercer um bom trabalho.
O professor não pode ignorar esses fatores e fazer somente sua obrigação, ele deve dar muito mais de si e para isso ele precisa se preparar.
Ele precisa ser consciente dos problemas vividos pelos alunos e de que o que ele vai ensinar não é de primeira necessidade deles, além de ser capaz de criar uma didática que concilie as duas situações.
Como exemplo um professor de matemática ou português alem de ensinar a sua matéria, ser capaz de utilizá-la para ensinar cidadania aos seus alunos.
Por isso o educador precisa ter várias competências, senso de cidadania, otimismo, coragem, saber se comunicar em ambientes desfavoráveis e muitas outras.
Porém ao mesmo tempo ele deve entender que ele não é de aço e tomar o máximo de cuidado para não ser influenciado negativamente e nunca ultrapassar seu “mandato”, isto é fazer tudo isso dentro das linhas que regem suas obrigações e deveres como educador.
A pedagogia e a Educação Infantil
Uma pesquisa sobre a pedagogia infantil pode identificar vários fatores regulares percebidos no processo de educação, fatores que precisam ser investigados. Pois acreditasse que a pedagogia é um campo de estudo que ainda precisa ser muito desenvolvido.
O ambiente pedagógico não está preso somente ao ambiente escolar, mas em todos ambientes onde a criança vivencia uma experiência educativa, como fora da escola, em casa, e nas creches. Porém a forma de educação nesses ambientes não escolares deve ser diferenciada da forma de educação escolar.
No Brasil essa idéia vem sendo implantada dês da década de sessenta, porém essa pratica se iniciou de forma padronizada ao ensino tradicional, seguindo o mesmo plano, porém com praticas adaptadas a idade das crianças, ai nascia a pré-escola.
A mudança ocorre na forma teórica que nos dá um novo conceito que altera a forma de pensar e exercitar a educação da criança de 0 a 6 anos, deforma que surgiu um novo campo da ciência social a ser estudado pela pedagogia.
Uma dificuldade para o desenvolvimento da pedagogia é que ela dificilmente é considerada uma ciência autônoma e ainda outros não a consideram uma ciência, mas somente uma pratica que é aplicada, como um estudo da pratica educativa se tornando parte da ciência da educação. Porém a pedagogia possui suas próprias qualidades que a diferencia das outras ciências que apóiam a pedagogia, por isso não podemos fracionar a pedagogia instituindo cada parte dela a uma ciência diferente.
Segundo “Pimenta” a pedagogia não é a atividade de ensinar mas sim o estudo dessa atividade, a pratica de ensinar é o ambiente onde a pedagogia colhe as informações a serem estudadas e depois as devolve em forma de teoria a ser praticada pelo educador, atestando o que dizia Sacristán, que a pedagogia “vai perseguindo a sombra que ela mesma tem que ir criando”.
A Pedagogia na modernidade teve seu inicio marcado por dois princípios que davam a idéia que a pedagogia precisava se alimentada por disciplinas auxiliares e que a pedagogia precisava se unir a psicologia.
Hoje em discuções procura-se estudar a didática que hoje atua principalmente o ambiente escolar, ignorando todo ambiente pedagógico que nos oferece a vida social, praticado na família ou nos relacionamentos ocorridos com outros seres da sociedade.
A didática tem como auxiliar o educador na função pedagógica, de forma que as instituições de ensino infantil pré-escolar, devem praticar uma didática diferenciada das escolas. Porque diferente da escola que ensina os conhecimentos básicos as pré-escolas e creches tem como objetivo completar a educação familiar num ambiente coletivo para a criança de 0 a 6 anos.
O problema com o ensino de conhecimentos específicos padronizados é que a educação infantil não tem intenção de ensinar conteúdo, mas se preocupa com a formação dos professores, a educação infantil deve se preocupar com quais conhecimentos deve ter o educador, analisando as experiências vivenciadas pelas crianças.
As experiências vivenciadas pela criança no começo de sua vida são muito diferentes das experiências das crianças em idade escolar do ensino fundamental, porém apesar da educação das crianças de 0 a 6 anos ser diferenciada das crianças do ensino fundamental, deve haver um elo entre o que é ensinado aos dois grupos de crianças.
Um fator importante é não atrelar a educação infantil somente ao contexto ensinar mas sim identificar a educação infantil ao contexto educar, dessa forma a educação infantil não fica restrita somente a escola e ela poderá adquirir proporções gigantescas, assim a educação infantil irá atuar em todos ambientes em que a criança estiver, principalmente no ambiente familiar.
Portanto é possível haver uma padronização na pedagogia e na didática, mas é importantíssimo haver adaptações influenciadas pelas diversas faixas etárias, estados sociais e familiares, autônima dos educadores e das crianças e ambientes em que vivenciam suas primeiras experiências.
O ambiente pedagógico não está preso somente ao ambiente escolar, mas em todos ambientes onde a criança vivencia uma experiência educativa, como fora da escola, em casa, e nas creches. Porém a forma de educação nesses ambientes não escolares deve ser diferenciada da forma de educação escolar.
No Brasil essa idéia vem sendo implantada dês da década de sessenta, porém essa pratica se iniciou de forma padronizada ao ensino tradicional, seguindo o mesmo plano, porém com praticas adaptadas a idade das crianças, ai nascia a pré-escola.
A mudança ocorre na forma teórica que nos dá um novo conceito que altera a forma de pensar e exercitar a educação da criança de 0 a 6 anos, deforma que surgiu um novo campo da ciência social a ser estudado pela pedagogia.
Uma dificuldade para o desenvolvimento da pedagogia é que ela dificilmente é considerada uma ciência autônoma e ainda outros não a consideram uma ciência, mas somente uma pratica que é aplicada, como um estudo da pratica educativa se tornando parte da ciência da educação. Porém a pedagogia possui suas próprias qualidades que a diferencia das outras ciências que apóiam a pedagogia, por isso não podemos fracionar a pedagogia instituindo cada parte dela a uma ciência diferente.
Segundo “Pimenta” a pedagogia não é a atividade de ensinar mas sim o estudo dessa atividade, a pratica de ensinar é o ambiente onde a pedagogia colhe as informações a serem estudadas e depois as devolve em forma de teoria a ser praticada pelo educador, atestando o que dizia Sacristán, que a pedagogia “vai perseguindo a sombra que ela mesma tem que ir criando”.
A Pedagogia na modernidade teve seu inicio marcado por dois princípios que davam a idéia que a pedagogia precisava se alimentada por disciplinas auxiliares e que a pedagogia precisava se unir a psicologia.
Hoje em discuções procura-se estudar a didática que hoje atua principalmente o ambiente escolar, ignorando todo ambiente pedagógico que nos oferece a vida social, praticado na família ou nos relacionamentos ocorridos com outros seres da sociedade.
A didática tem como auxiliar o educador na função pedagógica, de forma que as instituições de ensino infantil pré-escolar, devem praticar uma didática diferenciada das escolas. Porque diferente da escola que ensina os conhecimentos básicos as pré-escolas e creches tem como objetivo completar a educação familiar num ambiente coletivo para a criança de 0 a 6 anos.
O problema com o ensino de conhecimentos específicos padronizados é que a educação infantil não tem intenção de ensinar conteúdo, mas se preocupa com a formação dos professores, a educação infantil deve se preocupar com quais conhecimentos deve ter o educador, analisando as experiências vivenciadas pelas crianças.
As experiências vivenciadas pela criança no começo de sua vida são muito diferentes das experiências das crianças em idade escolar do ensino fundamental, porém apesar da educação das crianças de 0 a 6 anos ser diferenciada das crianças do ensino fundamental, deve haver um elo entre o que é ensinado aos dois grupos de crianças.
Um fator importante é não atrelar a educação infantil somente ao contexto ensinar mas sim identificar a educação infantil ao contexto educar, dessa forma a educação infantil não fica restrita somente a escola e ela poderá adquirir proporções gigantescas, assim a educação infantil irá atuar em todos ambientes em que a criança estiver, principalmente no ambiente familiar.
Portanto é possível haver uma padronização na pedagogia e na didática, mas é importantíssimo haver adaptações influenciadas pelas diversas faixas etárias, estados sociais e familiares, autônima dos educadores e das crianças e ambientes em que vivenciam suas primeiras experiências.
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